quinta-feira, 31 de outubro de 2013

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quarta-feira, 30 de outubro de 2013

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Iluminação natural, boa e de graça


Fotografar com luz natural pode ser um grande desafio, o que faz com que as situações encontradas em externas sejam ideais para um aprendizado muito eficiente sobre iluminação de retratos. Vários fatores interferem na variação de luz, como o ângulo do sol ao decorrer do dia; os objetos do ambiente, que modificam a luz refletida; o clima de cada região do país e a quantidade de nuvens no céu. Num estúdio é possível fazer todos os ajustes necessários para a luz perfeita, e a situação é bem mais confortável para o fotógrafo. Mas como não são todos que possuem um espaço específico e equipado para trabalhar, a solução é usar a luz do sol, que, além de tudo, é gratuita.


O melhor horário
A maioria dos fotógrafos que trabalha em externas concorda que a melhor luz para retratos é a da manhã e da tarde, quando o sol está mais baixo. Nesse horário, a luz é lateral e tem a temperatura de cor mais amarelada, o que dá um brilho e um tom muito agradável no rosto de quem está sendo fotografado. Eu, particularmente, gosto muito de fotografar entre das 16:00h e o último raio de sol. Durante esse tempo, a luz pode ser facilmente controlada e aproveitada das formas mais criativas, seja para fazer uma silhueta ou um flare, por exemplo.

Horários próximos ao meio dia são pouco atraentes para retratos porque, como o sol está no pico, a luz vem de cima e causa sombras muito curtas, especialmente sobre os olhos, o que pode parecer olheira. Não situações em que não se dispõe de outro horário, a solução é utilizar rebatedores.

Rebatedores: Quais existem e como funcionam?

Fotografar em externas é sempre um desafio porque tudo depende das condições naturais da locação. Isso não significa, necessariamente, falta de controle sobre os resultados. Quando a condição de luz não é favorável ou não estava como planejado, uma das alternativas é utilizarrebatedores. Bastante portáteis, rebatedores também são muito baratos e podem ser encontrados em diversos diâmetros (lembrando: quanto maior for o plano onde a luz for rebatida, mais eficiente será o resultado de iluminação de preenchimento).

Os rebatedores são utilizados principalmente para neutralizar as sombras duras, produzindo um padrão na iluminação do retrato. O uso desse equipamento equilibra a exposição entre o modelo e fundo, dá precisão às cores, nitidez e suaviza de sombras e reflexos.



Um kit de rebatedores vem, geralmente, com quatro ou cinco itens: um difusor, um rebatedor branco, um prateado, um dourado e, em alguns casos, um bloqueador preto, cada um com uma função bem específica: O rebatedor branco oferece uma luz bastante suave e difusa para o retrato, suavizando sem eliminar as sombras. O dourado reflete a luz num tom amarelado, o que o torna ideal para fotos no pôr do sol. Já o prateado trabalha como um refletor, equilibrando a luz e funcionando quase como uma segunda fonte de luz; dá mais contraste e elimina mais sombras. O difusor, que é transparente, é colocado na direção da fonte de luz e antes da pessoa (por exemplo: entre a luz do sol e o modelo). O preto é um bloqueador, que é usado caso exista algum refletor natural no ambiente, como uma parede branca ou areia. O kit 5x1 pode ser encontrado por pouco mais de R$100,00 no Mercado Livre. É um ótimo investimento!
Dica caseira de ótimos rebatedores: placa de isopor (rebatedor branco) e placa de isopor com papel alumínio colado (rebatedor prateado).


A luz da janela
Apesar de ser uma fonte de luz muito variável, que muda de acordo com a quantidade de nuvens no céu, a luz vinda de uma janela é uma das mais favoráveis para se fazer um retrato. Em dias nublados, a janela funciona como um grande softbox, incidindo uma iluminação bastante suave, mas com contraste agradável, sobre a pessoa. Com o posicionamento certo, sem deixar o modelo exatamente de lado, e com um rebatedor, essa luz pode suavizar imperfeições e dar um resultado fantástico.

Caso a luz esteja entrando direta, em horários como o início na manhã ou o fim da tarde, onde o sol está baixo, a solução para ter uma iluminação suave é uma cortina de tecido branco, mas levemente transparente para que haja passagem de luz.



Por sua luz ser direcional, posicionar o modelo diante da janela pode ser um dos aspectos mais complicados dessa situação. A melhor opção é deixar o rosto do fotografo levemente virado para a direção da janela, evitando sombras muito marcadas no lado oposto do rosto. Além disso, por ser uma luz que desvanece fácil à medida que nos afastamos, convém posicionar o modelo a, no máximo, cerca de 1,5m da janela. Essa condição oferece ao fotógrafo uma luz mais suave e possibilidades mais criativas de perspectivas e composições.



Formas criativas de usar a luz natural

• Flare: produzido pela luz que invade a lente pelas laterais, essa pode ser uma alternativa bem interessante para o retrato, principalmente se combinada com um contra luz. O segredo deste efeito é o posicionamento da câmera, que deve ser apontada para o sol e deslocada levemente para um dos lados. Para evitar o flare, basta usar um pára-sol.


• Contra luz: Para conseguir um contra luz ou uma silhueta, basta colocar o fotografado exatamente à frente do sol. É uma ótima dica para explorar o pôr do sol na praia com pessoas caminhando ou amigos. Quem deseja evitar o contorno duro, preto, sem informação, pode ligar o flash da câmera numa potência baixa e usá-lo como preenchimento.


fonte: Fotografe Uma Ideia!






terça-feira, 29 de outubro de 2013

10 Dicas de Como Fotografar a Lua

Não há como resistir, todo mundo cedo ou tarde vai tentar fotografar a Lua. Reuni aqui algumas dicas e lembretes que certamente ajudarão a fazer fotos incríveis. Quanto à câmera, qualquer uma está valendo! As DSLRs normalmente darão melhores resultados, principalmente pela possibilidade de utilizar lentes teleobjetivas. No entanto, já existem à disposição no mercado, uma grande variedade de câmeras compactas com ótimas opções de zoom, que certamente farão também ótimas fotos.
Como fotografar a lua?
1. Devo usar um tripé? Sim, por mais que você já tenha visto pessoas fotografando a Lua sem tripé, ele ainda é importante e é o que vai fazer a diferença entre uma foto boa e uma espetacular!
2. Use um disparador remoto ou timer: E se for fotografar a Lua com uma DSLR, deixe o “Live View” da câmera ligado. Dessa forma você não corre o risco de sua câmera tremer durante o disparo.
3. Qual velocidade de disparo usar? Use uma velocidade de disparo relativamente alta (1/125 ou mais). Apesar de não percebermos a olho nu, a Lua se move rapidamente pelo céu, ou seja, usar velocidades baixas podem resultar em imagens borradas. Não se esqueça também que apesar de ser noite a Lua é muito clara, então você vai acabar precisando capturar muito menos luz do que imagina.
4. Qual a abertura ideal? O objetivo deste tipo de foto é capturar o máximo de detalhes possível, então feche um pouco o diafragma, tente f/9, f/11 ou até mesmo f/16.
5. Qual ISO usar? Mantenha o ISO baixo, isso irá garantir uma foto com pouco ruído. Comece então com ISO 100 e vá aumentando conforme for necessário.
6. Mude o medidor de luz da câmera para “spot metering”: Dessa for a câmera vai ajustar a exposição somente para a Lua e não para toda a imagem.

7. Foco automático ou manual? Não confie no foco automático. Para imagens realmente nítidas use o foco manual, caso seja necessário, ligue o “Live View” e de um zoom na imagem para garantir um bom foco ao fotografar a Lua.
8. Qual lente usar? Quanto mais longa for a lente melhor. Um pouco óbvio, eu sei, mas sempre vale à pena mencionar. Qualquer objetiva acima de 200mm já consegue produzir ótimos resultados.
9. Qual é o melhor horário para fotografar a lua? Fotografe assim que a Lua nascer, quando ela está no horizonte, a atmosfera produz uma ilusão de ótica que faz com que pareça maior do que realmente é. Além disso, por ela estar mais “perto do chão”, as possibilidades de composição são bem maiores.
10. Regras foram feitas para serem quebradas: Às vezes as fotografias mais interessantes não foram criadas seguindo as regras, mas sim usando a criatividade.