quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Por que a gente gosta de uma fotografia?



Imagens, sejam elas fotográficas ou não, estão espalhadas


pelo dia a dia de qualquer um. Em livros, revistas, sites e


anúncios, são elas que chamam a atenção do observador 


para a situaçãoexibida. Fotógrafos publicitários sempre


tendem a produzir uma imagem que choque o observador

 de alguma forma, visual ou emocionalmente.


Ao observar uma imagem, raramente nos concentramos no


motivo pelo qual ela nos toca. Folheamos a revista, vemos


a fotografia e pensamos: “Que bonito!”. Sem mais, lemos


uma ou duas linhas para ver do que se trata e mudamos de


página. O porquê nunca será perguntado.


Psicologicamente, isso acontece por conta mesmo motivo 


pelo qual nunca respondemos o “Por quê?” durante uma


prova escrita: por pura preguiça de pensar.

Há dois anos, numa palestra sobre Performance 

Musical durante a Semana da Música de Ouro Branco, o 


violoncelista Abel Morais, também palestrante, perguntou 


à plateia o motivo pelo qual haviam gostado da música que 


tocara minutos antes. “Porque é Bach”, “Porque me fez 


imaginar uma história”, “Porque eu gosto de uma música 


parecida”, “Porque me fez sentir bem”.

Fonte: Fotografe Uma Ideia!


Dicas sobre iluminação e flash

Ashley
A iluminação um dos pontos mais importantes a se preocupar quando o assunto é fotografia. Mas quais as melhores técnicas? Natural ou artificial? Flash só à noite? O assunto é muito longo, mas vamos a algumas respostas e dicas simples no post de hoje. ;)

HORÁRIO

Se seu dilema é o melhor horário para as fotos, a resposta é simples: ao dia. A luz natural do sol é a melhor para você entrar em açãobranca e suave, ela ajuda a dar os verdadeiros tons à sua foto, com sombras não muito marcadas. Tirar suas fotos pela manhã e no finzinho da tarde é o ideal, não é à toa que sua mãe te diz para pegar sol na praia bem cedo ou bem tarde, afinal o sol não está forte nesse horário, e à tarde, principalmente pelo meio-dia, até às 14 horas, o sol bem em cima da gente, o que vai destacar aquela olheira que não saiu com a maquiagem. Evite fotos à noite, a não ser que seja necessário, intenção ou usando o flash de maneira correta.

FLASH À NOITE

O flash não é visto como uma boa fonte de luz, mas como quem não tem cão, caça como gato, vamos usá-lo direito. Algumas câmeras tem ótimos flashes, não muito fortes e com uma aparência natural; se a sua tem um assim, comemore! A minha compacta por exemplo, deixa tudo muito marcado, além de dessaturar um pouco as cores. Um defeito aqui, outro ali, parta pra edição: como o flash dá aquele contraste, diminua-o no Photoshop. Se ele marca muito os vermelhos, deixando num tom vinho, suavize na opção Cor Seletiva do Photoshop, diminuindo os brancos dos vermelhos. Enfim, sempre há uma saída! 

FLASH AO DIA

Não, ele não serve só para a noite, o flash também pode ser usado ao dia! Quando o sol está atrás da pessoa por exemplo, e você não quer aquela silhueta clichê, o flash pode te clarear e o sol lá atrás continuará te iluminando! É o chamado jogo de luzes. Várias fontes de iluminação juntas podem te trazer ótimos e diferentes resultados.

JOGO DE LUZES

No improviso vai o abajur, aquela lanterna forte, a luz da mesa do escritório do seu pai, tudo pode te ajudar. Luz colocada na frente, foca o rosto. Do lado, foca só uma parte dele. De baixo, um ar assustador. Atrás, marca silhueta e traz drama. A luz em cima pode ajudar quando você olha pra ela. O rosto fica iluminado, o corpo e tudo que o rosto tampa escurece.

Flash Remoto – Como usar o flash longe da câmera

Flash Off Camera, ou “Flash longe da câmera.” Essa técnica consiste em usar Flashes portáteis para conseguir uma iluminação mais adequada e criativa nas suas fotos.

Ao contrário da iluminação de estúdio, que depende de equipamentos pesados e suas tomadas, usando Strobes conseguimos uma iluminação com mais praticidade e controle. Além disso o próprio tamanho dos Strobes permite mais criatividade no seu uso.

Glossário

Strobe: é o Flash Portátil. Ao contrário daquelas enormes Cabeças de Flashes encontradas nos estúdios são pequenos e funcionam a pilha ou bateria, e não ligados na tomada ou geradores. É claro que eles possuem bem menos potência por isso, mas nada que não possa resolvido comprando mais e mais deles :-) Existem Flashes de várias marcas, incluindo as “oficiais” como Canon e Nikon. Para usá-los remotamente pode ser de qualquer marca, mas indico sempre comprar um compatível com a sua câmera para outros usos.
Sapata: é aquele lugarzinho em cima da câmera aonde se encaixa o Flash.
TTL: É quando a Câmera e o Flash conversam entre si e definem as coisas automaticamente. A câmera diz pro flash que precisa de mais ou menos luz e ele obedece. Não iremos utilizar TTL nesse tutorial em nenhum momento, pois usaremos sempre o modo manual.
Master e Slave: Master é um flash que, na Sapata, pode “mandar” em outros flashes de forma wireless. Slave é o flash que obedece um Master.

Uso do Flash na Câmera

Uma das formas mais complicadas de usar o Flash é em cima da câmera. Sempre que puder evitar de fazer isso, evite. Mas em algumas situações e dependendo do tipo de trabalho que você faz é preciso fazer isso. Então aqui vão algumasdicas de como usar o flash on-camera conseguindo resultados bacanas!
tipos-flash-on-camera

Apontando o flash diretamente

Embora todos digam para “sempre rebater o flash” não caia nessa. Generalizar nunca é legal (adoro essas frases contraditórias… rs). Existem mil e uma formas de usar o seu flash e de forma direta é uma delas! Dá para conseguir efeitos legais de luz dura apontando diretamente. Porém… tome muito cuidado com isso. O “efeito” pode virar “defeito” facilmente quando você aponta o flash direto. Algumas dicas:
Em fotos verticais vire a câmera com o flash apontado para a frente do rosto da pessoa. Aliás, fotos verticais tendem a ficar melhores com a técnica de apontar o flash diretamente pois ele acabará vindo da lateral, ficando bem menos aparente o efeito lavado.
Também “vale” apontar o flash diretamente para criar efeitos de longa exposição (o flash congela o seu assunto e o fundo fica bem exposto pela longa exposição).
Longa exposição (by C. Regina)
Acima uso de flash com longa exposição, efetivo em locais bem escuros!
Não chegue muito perto do assunto ou modelo. Além de “cegar” o retratado você ainda corre o risco de ter a foto “estourada” pelo excesso de luz.
Não abuse do “efeito”, a luz dura vindo da câmera nem sempre fica legal.

Refletindo a luz

Se você estiver em um lugar com um teto ou parede brancos uma idéia é apontar a luz do flash neles. A grande superfície clara irá distribuir a luz fazendo com que a iluminação fique bem difusa e delicada. Assim não existirão sombras duras e o resultado ficará bacana.
Você também pode usar o bom e velho rebatedor para difundir a luz. Um pedaço de papel/plástico branco logo em cima do flash. Ele vai continuar apontando para cima, mas o rebatedor fará com que uma parte da luz vá para cima (se houver um teto branco isso irá ajudar a iluminar o assunto de forma homogênea) e parte da luz vá de forma difusa para o assunto preenchendo. Esse é um dos melhores resultados que você pode conseguir com um flash on-camera e o mais prático caso esteja, por exemplo, em um evento (quando é preciso agilidade).
Caso você não tenha um flash portátil, e sim aquele que vem embutido na câmera, procure formas de difundir a luzfazendo um difusor de papel ou comprando difusores para flash built-in encontrados na internet.
flash-difuso

De quantos megapixels você precisa?

Será que você realmente entende a questão, praticamente falando?

Megapixels. Como um conceito tão simples tornou-se tão envolto em hipérbole, polêmica e confusão? Fabricantes de câmeras compactas agem como se todo mundo precisasse mais deles. Especialistas em fotografia em geral gostariam que houvesse menos. Fabricantes de smartphones são completamente incapazes de concordar onde estão sobre a questão. A atual geração de smartphones premium inclui um modelo de 4MP, da HTC, 8MP de Apple e Google, 13MP da Samsung e LG, Sony 20.7MP e 41MP da Nokia. Certamente eles não podem estar todos certos? Então, quantos megapixels você realmente precisa? É uma pergunta simples, sem uma resposta simples, mas vamos começar por dividi-la em duas partes. Se tomarmos o pressuposto de que mais detalhes são geralmente bem-vindos, em que ponto é que não há benefício prático para o usuário? Depois, há a questão das limitações técnicas. Quantos megapixels pode entregar um smartphone antes que as desvantagens superem os benefícios? Antes de abordar estas questões, vamos nos certificar de que estamos falando da mesma coisa. A classificação megapixel indica quantos pixels há em uma foto. Se ela mede 4.000 por 3.000 pixels, multiplicar os dois números para obter 12 milhões, por isso é uma foto de 12 megapixels. É importante notar que uma foto 24MP não é duas vezes maior que uma foto de 12MP. Ele vai ter o dobro de pixels, mas isso significa que ela vai ser apenas 41% mais larga e 41% mais alta — neste caso, que é 5656 x 4242. Da mesma forma, se reduzir as dimensões de uma foto de 12MP para a metade, ou seja, 2.000 x 1.500, a número de megapixels cai para um quarto, ou 3MP. Como tal, as diferenças entre fotos de 4MP, 8MP, 13MP e 41MP talvez não sejam tão grandes quanto os números podem sugerir.

Este gráfico representa o tamanho relativo de resoluções de fotos de smartphones populares (nota: o Lumia Nokia 1020 tem um sensor de 41MP, mas suas fotos são 38MP na proporção padrão 4:3) 


Quantos megapixels são suficientes para o usuário médio de smartphone?

Nos dias de hoje, a maioria das fotos é compartilhada em serviços de mídia social e visualizados em computadores, TVs, tablets e telefones. A resolução dessas telas varia de cerca de 1MP, para um smartphone típico, para pouco mais de 3MP, para o Retina Display no iPad. Um grande número de TVs são Full HD (também conhecido como 1080p), que funciona em 2MP. Um monte de monitores de computador e um número cada vez maior de celulares e tablets usam esta resolução, também. As maiores telas por aí são TVs 4K, o que equivale a 8MP. Elas são ridiculamente caras no momento, mas são obrigadas a tornarem-se mais acessíveis e comuns ao longo da próxima década. Assim sendo, a maioria dos megapixels que são provavelmente necessários para você mostrar suas fotos no seu melhor em displays eletrônicos atuais são 3MP. Se você quer que elas fiquem muito bem para as próximas décadas, você pode querer clicá-las em 8MP. Se você imprimir fotos, as exigências são semelhantes: 300 pixels por polegada (ppi) é amplamente aceito para ser tão nítido quanto o olho pode ver numa impressão de fotos. Uma foto 5×7 polegadas com 300 ppi pesa 3MP, enquanto que para uma impressão A4 salta para 9MP. Mesmo imprimir um cartaz A2 a 300 ppi é apenas 35MP — ainda menos do que as fotos 38MP do Lumia 1020. O gráfico abaixo mostra como esses tamanhos ficam empilhados — vermelho para exposições, azul para tamanhos de impressão e verde para as resoluções de fotos dos quatro smartphones nos quais estamos nos concentrando neste artigo. Os valores são incluídos abaixo como referência, também. A imagem 4MP pode conter detalhes suficientes para preencher um monitor de iPad ou produzir impressões 5×7 polegadas nítidas. É só quando você começa a fazer ampliações A4 ou TVs 4K que resoluções mais altas se tornam necessárias. Mesmo assim, 8MP é perfeitamente suficiente.



Comparação de resoluções: monitores estão em vermelho, tamanhos de impressão em azul e câmeras de smartphones em verde.

Resoluções de tela


  • iPhone 5: 1136 x 640 (0,7MP)
  • Full HD: 1920 x 1080 (2MP)
  • Retina Display do iPad: 2048 x 1536 (3MP)
  • TV 4K: 3840 x 2160 (8MP)


Os tamanhos de impressão


  • impressão 7x5in em 300ppi: 2100 x 1500 (3MP)
  • Impressão A4 em 300ppi: 3508 x 2480 (9MP)
  • Impressão A3 em 300ppi: 4960 x 35081 (18MP)
  • Impressão A2 em 300ppi: 7016 x 49603 (35MP)


Resoluções de câmeras de smartphone

  • HTC One: 2688 x 1520 (4MP)
  • Apple iPhone 5, 5c, 5s: 3264 x 2448 (8MP)
  • Samsung Galaxy S4: 4128 x 3096 (13MP)
  • Nokia Lumia 1020: 7136 x 5360 (38MP)

Nada é tão simples, no entanto. Por um lado, praticamente qualquer câmera de smartphone inclui um zoom óptico. O zoom digital tem o seu lugar, mas o melhor que pode fazer sempre é adivinhar com o que ficarão parecidos os detalhes extras. No entanto, se a resolução da foto é muito maior do que você precisa que ele seja, você pode cortar a foto e ainda ter megapixels suficientes para uma imagem detalhada.
Isso pode ser feito manualmente no software de edição, e é também a forma como a função de zoom no Nokia Lumia 1.020 trabalha. Ele pode tirar fotos 38MP, mas mudar para 5MP e você pode ampliar em até 2,7 vezes – ainda há um pixel no sensor para cada pixel na foto, por isso interpolação digital não é necessária (vide imagens e legendas abaixo).
É importante notar que a aplicação de um zoom digital 2x significa que você está usando apenas um quarto da área de superfície no centro do sensor – metade da sua largura e metade da altura. Assim, para uma câmera de 8MP aplicando um zoom digital de 2x significa que você está efetivamente capturando uma foto de 2MP. Na maioria dos casos, esta será elevada de volta para 8MP, com interpolação.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Nikon anuncia o lançamento da câmera DSLR D610


Nikon anunciou hoje a D610, a mais nova HD-SLR de formato FX projetada para os entusiastas que se concentram na cor, nitidez e clareza de suas imagens. A câmera chega com desempenho otimizado e melhorias na qualidade de imagem, combinados com as principais tecnologias da Nikon, tudo isso em um corpo extremamente leve. Com qualidade de imagem do nível da D800 de 36.3 megapixels, a D610 é uma opção interessante para quem deseja estrear o formato FX.
A D610 foi desenvolvida sob as pilastras: qualidade de imagem, desempenho e operabilidade, que somente uma câmera full frame é capaz de oferecer. O grande sensor CMOS no formato FX (35,9 x 24 mm) de 24.3 megapixels é capaz de criar imagens com pouco ruído e incrível alcance dinâmico, nitidez e precisão de cores, mesmo em ambientes com iluminações desafiadoras. Não importa o tipo de foto: de paisagens a vida selvagem, de retratos a esportes, a Nikon D610 se sobressai, produzindo máxima nitidez, manuseio superior e a possibilidade de desfrutar dos benefícios da resolução total de várias lentes de cristal NIKKOR.

A DSLR tem mecanismo de processamento de imagem da Nikon, o EXPEED 3, que ajuda a oferecer cores mais vivas e uma ampla gama de tons enquanto processa a transferência de dados de imagem rapidamente para o cartão. Além disso, o EXPEED 3 garante a energia para fotografar o dia inteiro.
A Nikon D610 é compatível com várias lentes NIKKOR, permitindo que seus usuários alcancem todo o potencial das lentes com uma câmera de formato FX. Além disso, a câmera é completamente compatível com o Sistema de Iluminação Criativa da Nikon (CLS) e pode ser usado como um Comandante para controlar até dois grupos de Speedlight diretamente da câmera.
A Nikon D610 estará disponível em breve no Brasil.



Segue um resumo dos principais recursos e características da D610:
• Desempenho com pouca luz: uma ampla gama de ISO ajuda a dominar qualquer desafio de luminosidade. Do claro ISO 100 ao versátil 6.400 (25.600, Hi-2), a D610 fornece ruído mínimo e confiança máxima;
• Sistema de AF de 39 pontos e sistema de reconhecimento de cena: fotógrafos podem selecionar modos de autofoco de ponto único, contínuo, dinâmico ou em 3D para se adaptar a qualquer situação fotográfica, de assuntos estáticos a atletas dinâmicos. O sistema de AF de 39 pontos da Nikon D610 rapidamente adquire foco pelo enquadramento, mesmo com assuntos que se movem rápido. Para maior precisão, o sistema usa a exclusiva Fotometria Matricial de Cores em 3D II da Nikon e o Sensor RGB de 2016 pixels em conjunto com o Sistema de Reconhecimento de Cena para analisar a cena e ajustar a exposição, o balanço de brancos e o foco. O resultado das imagens mostra uma exposição mais equilibrada, nitidez precisa e cores exatas. Além disso, a D610 usa nove sensores cruzados, sete dos quais retém a capacidade AF até f/8, uma real vantagem para fotógrafos da vida selvagem e de esportes que contam com teleconversores para maiores distâncias;
• Novas melhorias no balanço de brancos automático (AWB): com uma atualização no algoritmo do AWB, os usuários podem capturar céus mais vivos e reproduzir luzes artificiais com mais naturalidade do que antes. Além disso, podem-se capturar tons de pele mais naturais e faces com uma aparência mais tridimensional;
• Nova melhoria na velocidade e desempenho: um novo mecanismo de obturação na D610 permite uma taxa de quadros mais rápida. Usuários podem agora capturar a ação em 6 quadros por segundo (qps) contínuos , ideal para fotografar esportes de ação ou a rápida vida selvagem;
• Novo modo de obturador contínuo silencioso: ideal para casamentos e outros eventos formais, a D610 possui um novo Modo de obturação contínuo silencioso. Quando selecionado pelo disco de controle principal, é possível fotografar discretamente até 3 qps;
• Cobertura de quadro de 100% e LCD de 3,2 pol. de alta resolução: fotografe confortavelmente o dia inteiro e componha facilmente pelo visor amplo e claro, que oferece cobertura de quadro de 100%. Adicionalmente, a alta resolução de 921.000 pontos da tela LCD de 3,2 pol. é visível de vários ângulos facilitando a composição, reprodução e o compartilhamento;
• Libere a criatividade com modos avançados: com uma ampla variedade de modos criativos desenvolvidos para entusiastas, os fotógrafos podem continuar a se expressar de novas formas criativas. Uma série de imagens com exposições múltiplas podem ser combinadas com o HDR embutido, enquanto a câmera possibilita explorar seu artista interior com o Modo de Tempo automático ou com o intervalômetro encontrado em todas as D-SLRs avançadas da Nikon. Para ajustar a cor, saturação e outros parâmetros de imagem rapidamente, os Picture Controls podem ser aplicados tanto para fotos quanto para vídeos HD;
• Dois Slots para Cartões de Memória SD: a Nikon D610 aceita dois cartões de memória que os fotógrafos podem ajustar para copiar imagens, adicionar espaço, ou marcar como exclusivo para vídeos. Adicionalmente, a D610 aceita cartões ultrarrápidos como SDXC e UHS;
• Capacidades completas de alta definição: grave vídeos em Full HD de 1080P em várias taxas de reprodução, incluindo qualidade cinematográfica de 24p e 30p. Um recurso útil herdado das câmeras Nikon profissionais, a Nikon D610 pode enviar vídeos descompactados via HDMI para um dispositivo externo como um monitor ou gravador digital. Além disso, um microfone estéreo e fones de ouvido podem ser conectados através das saídas de áudio para sua captura e monitoramento;
• Compartilhe uma foto instantaneamente: ao usar o Adaptador Móvel Sem Fio opcional WU-1b1, as imagens podem ser compartilhadas diretamente para um smartphone ou tablet compatível;
• Construção robusta: a Nikon D610 possui selagem e vedação resistente à poeira e umidade do mesmo tipo que a Nikon D800. As tampas superiores e posteriores da câmera são feitas de liga de magnésio para durabilidade máxima, enquanto o obturador é testado para 150.000 ciclos.



terça-feira, 15 de outubro de 2013

Aplicativo permite tirar fotos em 3D

Um aplicativo lançado nesta segunda-feira (14) promete tirar fotos que deem a sensação de imagens tridimensionais.
As fotos são feitas ao se posicionar o smartphone em frente ao objeto e o movendo lentamente em quatro direções diferentes. As imagens produzidas produzem uma sensação similar ao efeito “parallax”, recurso presente no novo sistema operacional da Apple, o iOS 7.
Ao mover os aparelhos, a função faz os aplicativos se moverem separadamente do fundo da tela de iPads e iPhones, como se estivessem boiando.
O Seene, por sua vez, prefere ressaltar a possibilidade de tirar fotos em 3D.
“Rompa as restrições de tirar fotos retas de um mundo ricamente cheio de formas em que você vive", escreve a empresa na descrição do aplicativo.
E completa: "O Seene captura detalhes de imagens como um fotógrafo tradicional, mas também captura informações de profundidade e formas do que você está olhando, exatamente como o olho humano, o que permite capturar o mundo em 3D”.
G1 testou o aplicativo. Apesar de reproduzir um efeito bem próximo ao "parallax", as imagens feitas pelo Seene apresentam, porém, algumas deformações se o objeto tiver muitas curvas. Acertar os movimentos lentos para produzir o efeito 3D também não é tarefa fácil.
Disponível apenas para aparelhos da Apple, o Seene é compatível com iPhones a partir do 4S, com iPads a partir da terceira geração e iPods Touch, a partir da quinta.
Assim como o Instagram, o Seene permite que os usuários criem uma rede social em torno do seu perfil. Com isso, é possível escolher quais contas seguir.
Também é possível compartilhar as imagens no Twitter e Facebook, assim como vê-las na versão para PCs de mesa da rede social formada pelo Seene.

Configurando sua câmera para clicar fogos de artifício



1. Use um tripé 

De preferência, use um tripé resistente que ajustado para apoiar a combinação de câmera e objetiva que você está usando. Para aqueles que estão apertados, o Slik Pro 700DX é uma opção robusta e muito acessível. A cabeça de bola (ball head) básica ou 3-way pan / tilt irá permitir que você deixe sua câmera na posição. Eu sou um grande fã das cabeças da Vanguard e da Manfrotto. Dito isto, qualquer tripé é melhor do que nenhum tripé. Se você tiver que pegar um no Wal-Mart ou uma farmácia, faça-o. Você pode encontrar superbaratos a cerca de US$ 20. Eles são modelos quase descartáveis, no entanto, como eu estava dizendo, um tripé de baixa qualidade é melhor do que nenhum tripé. 


2. Use o modo manual 

Isso não significa que você tem que usar uma DSLR de nível profissional – muitas câmeras compactas têm um ajuste de exposição manual que lhe permite tirar umas fotos decentes. Dependendo do efeito que você quer dos cliques noturnos de fogos de artifício, você terá que ter disponível o ajuste de forma independente da velocidade, do obturador, do ISO e da abertura. 


3. Comece com estas configurações 

Eu gosto de um clique grande angular para a maioria das cenas de fogos de artifício. Então, experimente o zoom todo no modo 24mm ou maior (18 milímetros em uma DSLR com lentes 18-55mm). Enquadre a foto para capturar desde o chão até a faixa de céu onde os fogos de artifício vai detonar. Ajuste sua câmera para: ISO 100 f/16 4 segundo Ajuste a gosto. Lembre-se, quanto maior a exposição, maior as trilhas de luz, e mais fogos de artifício você verá em cada quadro. No entanto, isto pode ser exagerado se iniciarse um empilhamento de fogos uns em cima dos outros no quadro. Você vai acabar com uma grande bola de luz branca no quadro, se você deixar a exposição aberta por muito tempo. Velocidade do obturador é a principal ferramenta para mudar a forma como fogos de artifício aparecem nas imagens. No entanto, se você tem objetos de primeiro plano ou cenário, você pode variar a profundidade de campo, alterando a abertura. Porque você está no modo de exposição manual, você terá que ajustar as outras configurações para corresponder com as alterações feitas anteriormente. 


4. Ajuste o foco manualmente 

Desligue o autofoco e dê você mesmo o foco. Você vai estar clicando a mesma cena uma e outra e outra vez. Concentre-se usando o controle de foco manual da sua câmera. As chances são de que você pode encontrar algo perto do chão na área dos fogos de artifício será lançado a partir de e focar nisso. Depois de ter seu ajuste de foco, você está pronto para ir.Mesmo se você estiver em zoom sobre os fogos de artifício e cliques para o céu, você ainda pode se concentrar em objetos no chão, perto de onde os fogos de artifício estão sendo lançados. 


5. Use um controle remoto ou temporizador 

Use um controle remoto se você tiver um. Você pode encontrar modelos mais baratos tanto para Canon e Nikon, ou praticamente qualquer outra marca, se você buscar por aí. Confira a variedade de controles remotos na B&H Photo. Se você não tem um controle remoto, câmeras digitais mais recentes possuem o timer de liberação em 2 segundos. Ao ativar esse timer, você pode pressionar o botão do obturador e tem tempo de sobra para deixar sua mão longe da câmera enquanto qualquer vibração vinda de sua mão cessa antes de o obturador abrir e começar a exposição. 


6. Use bloqueio de espelho ou Live View (se disponível)

 Se você tem uma DSLR, você pode reduzir ainda mais as vibrações através da captura de imagens no modo de bloqueio de espelho (mirror lock-up) ou o modo de exibição ao vivo (Live View). Em cada um desses modos, o espelho já está levantado e vibrações internas se acalmaram quando o obturador é aberto. 


7. Mantenha-se disparando 

Você pode variar as configurações a gosto durante todo o show de fogos de artifício, mas você deve manter a abundância de cliques. É um desafio obter um tempo de disparo do obturador apenas razoável para que você capture a detonação de fogos de artifício. Com um pouco de prática ao longo do show, você vai ficar melhor em adivinhar o ponto de lançamento apenas a tempo para o final.