quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Em Foco - Butterfly

Muitas histórias rondam a vida de uma borboleta, considerada um símbolo de ligeireza e de inconstância, as borboletas recebem ainda um significado especial de transformação e de um novo começo - símbolo de renascimento. 

No Japão a borboleta é um emblema da mulher, por ser graciosa e ligeira. No casamento, duas borboletas representam a felicidade matrimonial, união entre masculino e feminino. E, além disso, as borboletas são como espíritos viajantes que anunciam a morte de uma pessoa próxima quando aparecem. 

As borboletas são insetos da ordem Lepidoptera classificados nas super-famílias Hesperioidea ePapilionoidea, que constituem o grupo informal Rhopalocera.A borboleta é um animal pequeno e delicado. Elas podem ter o peso mínimo de 0,3 gramas e as mais pesadas podem chegar a pesar 3 gramas; alguns tipos de borboletas podem chegar a medir até 32 centímetros de asa a asa. É o único inseto relacionado no Brasil ao jogo do bicho.

Registrando essas incríveis criaturas a fotógrafa Susan Gary, ganha mais uma vez espaço

por sua arte delicada.





Fotografias:












Fonte: Fotografe Uma Ideia!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

4 Dicas para diagramação de álbum de casamento




Deixando de lado os álbuns tradicionais de casamento com suas sedas e case, a fotografia de casamento ganhou um luxo, as encadernações. Temos infinitas opções para um álbum de casamento moderno, podemos optar pelo fotolivro, ou ainda, a laminação das fotos. Nos dias de hoje todos buscam os melhores recursos para desenvolver o trabalho da diagramação o que nada mais é do que a criação do design do álbum fotográfico.

Mas infelizmente muitos utilizam esses recursos de modo inadequado fazendo com que as fotografias não sejam valorizadas no seu contexto.

Não podemos confundir um casamento com uma história em quadrinhos, precisamos valorizar cada momento!

Preparei algumas dicas para quem está começando neste ramo da fotografias + design, afinal, diagramação de álbum é um assunto sério, pois trata-se de um pedaço de história que o editor final é você!


1 - Conhecer

É preciso conhecer seus noivos, conhecer a história de amor deles, saber se tem alguma cor preferida, alguma música que marcou a história deles, conhecer detalhes que possam ajudar na hora de diagramar o álbum. Tais detalhes são importantes para enriquecer este pedaço de história no qual irão levar para toda vida.




Observação sobre os tipos de noiva em relação ao design de álbum de Patrícia Figueira:


Noivas Detalhistas - querem participar de tudo desde o início escolhendo as fotos do álbum, definindo a foto da capa, a foto para fechar, sugerindo as montagens das páginas, cor de fundo, fotos em preto e branco etc. Quando percebo que a noiva se encaixa nessa categoria, finalizamos o álbum juntas, lado a lado, fazendo um diagramação em par. Funciona que é uma beleza e elas ficam felizes por demais. É mais rápido para sentir o que a noiva gosta ou não, pq ela está do nosso lado na finalização da diagramação.

Noivas Executivas - não têm tempo nem para escolher as fotos para o álbum, trabalham 16 horas por dia etc. Quando isso acontece, sugiro a escolha das fotos e faço um “draft” do álbum para ela validar. Não deixo a noiva sofrer da síndrome do papel em branco. Essa síndrome se manifesta quando a noiva não sabe nem por onde começar, está indecisa, é quase uma geminiana etc. Nessa hora, entro em ação e falo para ela deixar tudo por nossa conta. 

Noivas Intermediárias - não se encaixam nem nas Noivas Detalhistas, nem nas Noivas Executivas. Elas escolhem as fotos, dizendo quais são as fotos fundamentais e nós sugerimos uma diagramação contendo as fundamentais e mandamos para a validação.




2 – Fotografias

Opine sobre as fotografias que serão usadas na diagramação. A opinião dos clientes é importante, mas a sua visão de criação também precisa prevalecer.





3 – Tratamento

Quanto às imagens utilizadas, busque sempre não abusar dos efeitos, o tratamento aplicado nelas precisa não ofuscar o brilho e magia deste momento. Então quanto mais suave e delicado melhor. As fotografias preto e branco é um tiro certeiro, são perfeitas para quem buscar expressividade no álbum.




4 – Diagramar 

Na hora de criar o layout escolhe cores neutras como fundo (branco, preto e cinza), tais cores destacam melhor as fotografias. Mas, seus clientes são modernos e deixaram você abusar e brincar com cores alegre, aproveite! Crie e se divirta!

Não sobrecarregue as páginas com muitas fotos de forma bagunçada, tanta informação somente numa página e de forma errada pode confundir a visão, poluição visual não é nada legal. O que importa é a qualidade dos assuntos e dos momentos captadas pelas lentes das câmeras e organizadas de forma certa podem somar beleza ao álbum. 





"Tão importante quanto seu casamento, será a imagem que você vai guardar dele."


Fonte: Fotografe Uma Ideia! 








Papel 10x15 Para Impressora Fuji Ask 300


Papel para impressora fotográfica térmica FUJI ASK300 - 10x15
- Cada rolo faz 400 cópias.
- Contém 1 rolo de papel + 1 ribbon 10x15
Brancura e brilho aperfeiçoados com rica gradação expressiva

Impressora térmica ASK-300

Características:

Muito compacta: perfeita para espaços limitados
Leve: perfeita para eventos
Custo acessível: o pequeno investimento maximiza margem de lucro
Brancura e brilho aperfeiçoados: Melhores cópias significam clientes mais satisfeitos
Versátil: conectável em qualquer PC (Windows XP/ Vista / 7)
Usa o exclusivo FUJIFILM Quality Thermal Photo Paper: produto de décadas de experiência fotográfica em haleto de prata, sendo identificado pelo familiar logotipo FUJIFILM no verso do papel. Este papel proporciona brancos mais destacados e brilho semelhante a uma impressão convencional (Minilab), com rica gradação expressiva. Compare e comprove!

NOVOS RECURSOS:

Modo Matte: permite a impressão em acabamento Matte usando o mesmo papel e com a mesma qualidade excepcional de sempre
Modo Alta Qualidade: ideal quando são impressos texto junto com imagem, realça a nitidez e aperfeiçoa o contraste final
IMPORTANTE: As impressoras que possuem este recurso instalado de fábrica possuem o número de série começando com as iniciais “MA”. Se sua impressora não tiver estes recursos habilitados de fábrica, você deve atualizá-la. Na seção de Downloads baixe (item 1) o arquivo de atualização e siga o manual de instruções.
Especificações:
Resolução:300dpi x 300dpi
Método de Impressão:Transferência térmica por sublimação de tinta
Gradação:256 níveis (8 bits) por cor (Y, C ,M)
Interface:USB 2.0 Tipo B
Dimensões:275 x 446 x 170 mm
Peso:(aprox.) 12 kg
Energia:100-240 VCA, 50/60 Hz
Tamanho da cópia:4 x 6 pol. / 102 x 152mm ou 6 x 8 pol./ 152 x 203mm
Velocidade de impressão por cópia:Vide tabela abaixo

Modo10x15 cm15x 20 cm
Brilho/ Standard12,3 seg.21,3 seg.
Brilho/ High Quality23,2 seg.39,2 seg.
Mate/ High Quality26,4 seg.45,3 seg.
O design e as especificações do produto estão sujeitos a alterações sem aviso prévio.


terça-feira, 22 de outubro de 2013

Edição: por que não?


A maioria dos grandes mestres da fotografia como Cartier-Bresson, Sebastião SalgadoPierre Verger James Nachtwey tiveram bons laboratoristas. O que a maioria dos leigos não sabe é que o trabalho no laboratório não se resume a uma série de submersões da película/papel em produtos químicos, mas sim a uma verdadeira arte de trabalhar a luz de pós-produção. É possível destacar detalhes pela manipulação das altas-luzes ou escuros, tal qual às ferramentas dos editores mais populares; alterar corte, inserir vinhetas... Enfim, existe uma infinidade de possibilidades! O que os editores possuem, hoje, nada mais é que uma adaptação e extensão dos velhos “macetes” já batidos.

Então por que toda essa polêmica com a edição de imagens quando o assunto é digital? Provavelmente, porque o julgamento é feito pelo excesso. Muitos fotógrafos iniciantes – e mesmo alguns profissionais de carreira - “pesam a mão” na hora da pós-produção. É fato que a facilidade dos softwares criou um segmento de fotógrafos preguiçosos, que muitas vezes deixam de usar pequenos truques ou mesmo bom senso por preguiça, já esperando corrigir noPhotoshop. O que precisa ser esclarecido é que há casos e casos. 

Independente da edição, toda fotografia é uma interpretação. A escolha do enquadramento, perspectiva e corte é a primeira contextualização semiótica, determinada antes do clique. Escolher a abertura e velocidade também são, evidentemente, interpretações de uma cena, um momento.

A fotografia é objeto estático, portanto um recorte do tempo/espaço e jamais poderá ser observado como real, mas como uma porção objetiva retirada de um momento com subjetividades particulares. Pensando por essa ótica, a escolha das definições mecânicas da câmera é uma intervenção. O fotógrafo visualiza, antes mesmo que a imagem concreta exista, a estética aparente que ela terá. A partir disso, quando a imagem está armazenada, o fotógrafo a leva para a edição e optará por realçar características já evidentes, aproximando a imagem do real experimentado pelo autor, ou uma alteração que conduzirá a imagem a um “real imaginado”: Uma cena em preto e branco, fenômeno inexistente no mundo concreto; cores supersaturadas; luzes inseridas ou retiradas no ato da edição. Tudo são interpretações carregadas da identidade do fotógrafo. Não é simplesmente uma cena que vemos ao olhar uma foto, mas toda a experiência sensível do autor, suas impressões e interpretação/expressão artística da cena.

Precisamos estabelecer uma diferença entre Tratamento e Edição. Os dois termos se referem às interpretações da imagem e a diferenciação é exclusivamente para fins didáticos:


Tratamento: destaque, realce de características já existentes na imagem e verificáveis antes mesmo da pós-produção.

Edição: alteração de cores e tons, inserção de luzes e elementos inexistentes na cena original.

Não seria errado dizer que o tratamento é uma “edição mais leve”; não há alterações muito graves na imagem original, apenas um melhor aproveitamento de qualidades perceptíveis da imagem. Na edição, essas características sofrem um destaque drástico ou mesmo uma alteração visual bem evidente, como a alteração de uma cor, a retirada/inserção de elementos na imagem, seja para fins estéticos, seja para fins profissionais ou publicitários.

Devemos lembrar que todo arquivo de saída em jpeg já possui uma interpretação automática feita pela câmera no momento do clique. A pós-produção de um arquivo em RAW (arquivo de saída sem alterações) seria uma aproximação da realidade capturada mais eficiente, visto que seria feita pelo indivíduo humano e não pela máquina.


Não vejo problemas na edição de uma foto. Aliás, acredito que a pós-produção é um elemento obrigatório se levarmos em conta que a câmera possui limitações mecânicas e é uma ferramenta-meio para um fim, que é a imagem e todas as subjetividades que a compõem. Se imaginarmos um pintor, que usa apenas tinta e pincel, sem a mistura de cores para atingir o tom desejado, sem uso de suas mãos e outras ferramentas para conseguir a textura de sua obra.

Já é tempo, então, de deixarmos de lado o tabu purista. Se recusar à edição ou julgar pelo uso dela é tentar limitar a arte, o olho de quem apertou um botão apenas para possibilitar um objetivo maior: registrar uma cena que seria vista por outros olhos através dos seus, levando sua identidade em cada cor, luz, sombra e corte ali existentes.


FONTE: Fotografe Uma Ideia!

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Dica de Leitura: Fotografia de Casamento Fine Art


A fotografia de casamento é um mercado que nos últimos anos atraiu muitos fotógrafos por ser um ramo altamente lucrativo. Esse momento de novos fotógrafos na área foi bom e ruim para o mercado: bom porque trouxe um frescor e novas ideias; ruim porque aumentou a competição entre os fotógrafos e caiu aos padrões de qualidade. Mas hoje vamos nos focar no lado bom da coisa toda...

Para você perceber a evolução da fotografia de casamento, compare um álbum de 15 anos atrás com um álbum produzido nos dias de hoje. A diferença é gritante! As fotos eram posadas, com aparência rígida, muito diferente do que vemos atualmente. Esse movimento espontâneo na fotografia de casamento se deu pela influência direta de grandes mestres do fotojornalismo, como Henri Cartier-Bresson, Alfred EisenstaedtRobert CapaMargaret Bouker-White e W. Eugene Smith


Fonte: Fotografe Uma Ideia!